Ofensas, grampos e R$ 300 milhões: a guerra interna do PSL de Bolsonaro – Web MS

Ofensas, grampos e R$ 300 milhões: a guerra interna do PSL de Bolsonaro

“Eduardo ainda é líder?”, brincava um jornalista nos bastidores do programa Roda Viva, na última segunda-feira. O filho do presidente Jair Bolsonaro tinha chegado ao posto horas antes, após uma “guerra de listas”, em que o PSL, dividido, mudava de rumo a cada momento.

Em uma série de embates, que envolvem o antigo líder, Delegado Waldir, que, grampeado, chamou Bolsonaro de “vagabundo”, a deputada federal Joice Hasselmann, que acusa os filhos do presidente de disseminarem fake news, o presidente do partido, Luciano Bivar, alvo de operação da Polícia Federal, e a família presidencial, a sigla tornou-se uma panela de pressão.

uol

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *