Com menos de 30% do público imunizado, campanha contra gripe termina na sexta

Doses estão disponíveis em todas as unidades de saúde de Campo Grande até o final desta semana

Faltam apenas dois dias para o fim da campanha contra influenza e, segundo o último levantamento realizado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), menos de 30% do público-alvo da Capital foi imunizado. A previsão é que campanha termine nesta sexta-feira (03)

As doses estão disponíveis em todas as unidades de saúde da Capital e a preocupação com a baixa procura é grande, principalmente, após os 37 óbitos registrados somente neste ano em decorrência da H3N2.

Segundo a estimativa do Ministério da Saúde, cerca de 295 mil pessoas que moram na Capital se enquadram dentro dos critérios para serem vacinadas como público-alvo e, deste total, apenas 81.874 foram se imunizar, o que corresponde a 27,73% deste grupo.

“A vacina que está sendo aplicada nesta campanha já está atualizada e previne justamente contra esta cepa do vírus circulante. Quando a população deixa de se vacinar, facilita a circulação do vírus naquele território, e foi exatamente o que aconteceu entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, quando foram registrados a maior parte destes óbitos”, alerta o secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho.

A campanha contra a influenza acontece em todas as 72 unidades de saúde da cidade, que estão com estoques do imunizante, sendo que qualquer pessoa que faça parte do grupo prioritário poderá se imunizar. As salas de vacinas ficam abertas das 7h30 às 11h e das 13h às 16h45. Alguns destes locais possuem horário estendido, aplicando as vacinas também em horário de almoço ou até mais tarde que o habitual.

Quem deve se vacinar? – Trabalhadores da saúde e idosos são alguns dos públicos que devem se vacinar até o final da semana. Crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas até 45 dias pós parto, população indígena, trabalhadores da educação, pessoas com comorbidades e as que tenham deficiências permanentes, caminhoneiros, trabalhadores do transporte rodoviário de passageiros, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, funcionários do sistema penitenciário, população privada de liberdade e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas também precisam buscar por uma unidade de saúde.

campograndenews

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