Câmara Municipal de Campo Grande deve começar a convocar aprovados em concurso público

Foram disponibilizadas 70 vagas para cargos de ensino médio e superior. MP pediu à Justiça para que fossem exonerados 50% dos comissionados.

 

Câmara de Campo Grande tem 746 cargos em comissão e 115 servidores efetivos (Foto: Reprodução/TV Morena)Câmara de Campo Grande tem 746 cargos em comissão e 115 servidores efetivos (Foto: Reprodução/TV Morena)

Câmara de Campo Grande tem 746 cargos em comissão e 115 servidores efetivos (Foto: Reprodução/TV Morena)

A Câmara Municipal de Campo Grande deve começar a convocar os aprovados no concurso público para o quadro permanente de pessoal. O termo de homologação, que é o último passo do processo para chamar os classificados, foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (11).

O documento foi assinado pelo presidente da Câmara, vereador João Rocha (PSDB), no último dia 10 de abril. Segundo a assessoria de imprensa, ainda não há data para iniciar a convocação. O processo seletivo tem validade até 27 de junho deste ano, prorrogado por mais um ano.

O concurso abriu 70 vagas para cargos de níveis médio e superior. Os salários variam de R$ 1.672,27 a R$ 2.833,33. As provas escritas foram aplicadas no dia 17 de dezembro em Campo Grande. De manhã, para nível superior; à tarde, para nível médio.

Para nível superior, o concurso oferece vagas para técnico legislativo, redator, tradutor de Libras, técnico administrativo, jornalista, publicitário, analista de sistema, contador e analista de controle interno. Os cargos de nível médio são assistente administrativo, técnico em informática e técnico em segurança do trabalho.

Comissionados

O Ministério Público do Estado (MP-MS) pediu à Justiça uma liminar para que a Câmara Municipal de Campo Grande exonere, imediatamente, metade do número de funcionários comissionados. Para o MP, a quantidade de cargos em comissão é desproporcional ao número de efetivos.

Ao todo, são 746 cargos em comissão e 115 servidores efetivos. Os números chamam atenção do Ministério Público há pelo menos cinco anos. A primeira ação civil pública pedindo que o Legislativo Municipal equilibrasse as contratações foi em 2016.

G1/MS

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